terça-feira, 16 de abril de 2013

MARCO FELICIANO, PRINCÍPIOS CRISTÃOS X SOCIEDADE SEM VALORES

Não quero aqui levantar uma bandeira contra os homossexuais, respeito a todos independente gênero, cor , ou religião. Não quero falar desse assunto mais do que já foi falado, eu mesmo já estou esgotado, desde que o Pastor Marco Feliciano foi eleito Presidente da CDHM (comissão de direitos humanos e minorias)  , percebemos que a mídia em geral, tem falado muito sobre isso como uma maneira de pressionar ainda mais o Pastor a renunciar o cargo, já que essa é a única maneira dele sair.
O que me espanta , nem é o fato da mídia perseguir com tanta fúria o Pastor Feliciano, creio que a mídia faz isso por não ter outro assunto e também por que sabe que esse debate todo gera certa audiência  Na verdade assunto pra falar eles tem sim, poderiam falar por exemplo sobre João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP) que foram Condenados no JULGAMENTO DO MENSALÃO e  integram comissão de Justiça da Câmara.
Vejo que além de uma clara Perseguição Religiosa existe tambem uma luta para tirar da Nação a nossa liberdade de expressão, postei no twitter @kassioreal inclusive que "Do jeito que as coisas andam daqui a pouco vai ser proibido pensar, e se falar o que pensa você pode ser preso." Fico indignado ao ver que pessoas tem ido aos cultos , (em um país onde há liberdade religiosa), para observar tudo que o Pastor fala, e se por acaso ele falar algo contrário ao estilo de vida deles, o pastor é chamado de Homofóbico e logo se gera toda uma polêmica na mídia. 
Eu creio na Bíblia como um manual de fé, e se nela diz que Homossexualismo (ou Homossexualidade) é pecado, é nisso que eu creio. 
Vou continuar falando sobre esse assunto em breve , agora  quero deixar aqui um comentário do Meu Pastor Aluizio Silva sobre o assunto: 
Muitos irmãos têm insistido para que eu me posicione sobre todo esse debate em torno do Deputado Marcos Feliciano. Mas a respeito desse assunto não tenho muito o que dizer. No entanto, gostaria de apontar alguns princípios gerais que deveriam nortear a ação política de um evangélico.
Em primeiro lugar todo pastor que desejasse se candidatar deveria renunciar ao seu título de pastor, bispo ou qualquer outro. O discurso político não pode se misturar com a pregação da Palavra de Deus. Sempre que um pastor for julgado, deve ser por causa de sua convicção religiosa. Quando um pastor político resolve pregar no plenário, temos uma situação desconfortável para todos os evangélicos.
Além disso um político evangélico não deve ter a pretensão de falar em nome de todos os evangélicos. Ele deve falar apenas em nome daqueles que o elegeram.
Em segundo lugar precisamos entender que, para o incrédulo, devemos pregar o evangelho e não a Bíblia. Se pregamos a Bíblia corremos o risco de jogar pérolas a porcos ou pior, podemos externar opiniões teológicas excêntricas que somente cabem numa discussão dentro da Igreja.
Em terceiro lugar eu creio que devemos mudar as condições sociais por meio da política, mas não creio que a política seja o único e nem o melhor meio para se mudar as condições morais. E quando digo condições morais não me refiro a moral humanista prevalecente, mas a moral bíblica. Todos querem acabar com a corrupção e a violência – o que é bom – mas nem todos acreditam que aborto ou casamento homossexual sejam valores morais. Um político cristão deve se levantar contra aquilo que todos condenam, mas não pode se omitir quanto a aqueles valores que a Bíblia condena.
No entanto, aqueles que desejam levantar uma bandeira contra o casamento homosexual, aborto e coisas semelhantes devem fazê-lo nos limites do debate e do voto em plenário. Tentar tomar de assalto uma comissão do parlamento ou tentar fazer prevalecer sua opinião pela força é absolutamente impróprio.
Um político cristão precisa acima de tudo lutar pela democracia, pela liberdade de expressão e pela liberdade religiosa. Esses valores são vitais para que continuemos pregando o evangelho livremente. Isso implica que devemos zelar para que qualquer um tenha a liberdade de adorar o que quiser e quem preferir. Mas também significa zelar para que um pastor possa livremente condenar qualquer pecado que a Bíblia condena.
Um político cristão não pode deixar de manifestar seu repúdio a temas que a Bíblia claramente condena, entretanto, não podemos negar aos outros a liberdade que queremos para nós mesmos. Evidentemente não sou a favor do homossexualismo, mas penso que não há como impor nossos valores morais a pessoas que não são convertidas. Creio que um político cristão tem o direito de se levantar contra isso, mas ele precisa fazê-lo dentro dos limites da própria democracia.
Esperamos que os políticos evangélicos batalhem contra a corrupção, a violência e a injustiça, mas infelizmente o que estão fazendo é acentuar ainda mais os preconceitos e rancores, estimulando a exclusão e a intolerância. E o pior: tudo isso em nome de Deus (e no meu e no seu nome também!).
Nós somos contra o casamento homossexual e também somos contra o aborto, mas também somos contra a violência doméstica e nas ruas, a pobreza, a escravidão moderna, a injustiça. Precisamos defender a família como Deus a
planejou, mas não podemos nos esquecer da tolerância e do amor.

Pastor Aluízio Silva

Texto extraído do site: http://pregacoes.cristonews.com.br/pr-aluizio-a-silva-fala-do-debate-em-torno-do-deputado-marcos-feliciano#ixzz2QFejH0ti